sexta-feira, 20 de abril de 2012

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? 
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? 
A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 17 de abril de 2012

O tabernáculo.


Lendo o capítulo 40 do livro de Êxodo, Deus foi me mostrando algumas coisas que gostaria de compartilhar com você.

Deus falou com Moisés (vs 1), dando instruções de como ele deveria construir o Tabernáculo para que o Senhor manifestasse a Sua Glória, e Moisés "fez tudo conforme o Senhor o ordenou" (vs 16).
A partir desse versículo, a Bíblia nos relata passo a passo que Moisés foi fazendo tudo conforme o Senhor o ordenou, e o que eu achei interessante, é que no fim do relato da obediência de Moisés, aparece a frase: "Moisés fez tudo como o Senhor ordenou" por 7 vezes, e o número 7 é o número da perfeição de Deus (biblicamente falando).
Então no versículo 33, Moisés acabou a obra, e somente quando ele acaba é que a nuvem encobriu o Tabernáculo enchendo-o com a Glória do Senhor!!Aleluia!

Hoje, esse Tabernáculo não existe mais, pois nós somos o Tabernáculo, somos o Templo. E quando obedecemos o que Deus nos manda fazer, tudo conforme o Senhor nos manda, Ele nos enche por completo com a Sua Glória. Assim como Moisés não podia entrar enquanto a Glória do Senhor estava lá dentro (vs 35), nossa carne não consegue nos dominar quando estamos cheios da Glória do Senhor, que é Jesus Cristo, através do Espírito Santo, que nos enche e preenche.
A nuvem do Senhor é o descanso, a sombra quando tudo está tranquilo, está bem em nossas vidas, representada pelo dia, e o Fogo, é a chama, que nos ilumina e aquece quando tudo está ruim, está indo mal, representado pela noite, pelas trevas.
É o cuidado de Deus com os Seus filhos, representado pela casa de Israel. Nós somos a Israel Celestial, e em todos os momentos Deus está com a gente.

Nunca perca essa certeza de dentro do seu coração, Deus tem cuidado de nós antes mesmo da gente nascer, desde o princípio, Ele já tinha planejado o que viveríamos.

Sejamos como Moisés, obedientes!!! E façamos Tudo Conforme o Senhor nos Ordenou!

(Espírito Santo)


terça-feira, 10 de abril de 2012

A Mulher de 30 anos!


“Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.
Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores que reveste a mulher de 30.

Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e orgulho da sua vagina, das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo – astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gosta dela do jeito que é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Aos 30 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos e acessórios, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.


Aos 30, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com muito mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher,se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas aos 30 ela já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam e quem mais estivesse por perto, irremediavelmente.
Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas, que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.
Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30 é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher de 30, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Aos 30, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros; seus lábios, mais reluzentes; sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é a oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20 ela rói as unhas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece alguma coisa também com os cílios, o desenho das sobrancelhas, o jeito de olhar. Fica tudo mais glamouroso, mais sexualmente arguto.
Aos 30, quando ousa, no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens já aprendeu a atuar no contra – ataque. Quando dá o bote é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra a sua força na hora certa e de forma sutil.
Não para exibir poder, mas para resolver tudo ao seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.”
Honoré de Balzac

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Amor!!!


imagem

Vejo estrelas no céu
Vejo a lua brilhando

Vejo a Terra girando

O amor se queixando:
Porque sou tão doce como o mel?

Quando a luz resplandece
O brilho se engrandece
Invadindo a órbita visual
Persuadindo o aspecto lual

O amor é inesquecível, descontrolado,
Concatenado, perceptível
Como não se empolgar?
Esquecer de se apaixonar?

NÃO! Seria o mesmo que esquecer de viver
Contemplar a perfeição de um ser

Mas o amor que ultrapassa todo entendimento vem de Deus
Pois Ele nos criou por amor e para amar

Entao, AME incondicionalmente
Pois amando alem
E desfrutando desse bem
Serás feliz eternamente


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Tô falando de amizade!


"A distância pode fazer muitas coisas, boas ou más, isso vai depender de cada um.
Pode fazer com que uma pessoa esqueça a outra, ou também fazer com que pessoas se desprezem, e ainda fazer com que as pessoas se traiam.
Mas pode fazer com que o amor aumente, ou fazer com que a saudade quase mate fazendo com que o desejo de estar perto fale mais alto.
Cada um escolhe a situação que quer com a intensidade que deseja.
Mas existe um conselho que sábios sempre dizem: Demonstrar sentimentos bons que venham da alma, significa demonstrar o quanto puto é seu coração, e quanto mais puro seu coração for mais amizades verdadeiras você estará rodeado.
Então se você se deparar com uma situação assim não pense em tristeza, esquecer ou em parar de amar, pense que essa saudade sentida é algo divino, pois só sentimos saudades de pessoas que gostamos, pessoas que nos apaixonamos, que amamos!
Demonstrar saudade não é sinal de fraqueza, pelo contrário é sinal de verdadeira amizade. Amizade que apesar de tudo esta firme e forte, que apesar da distância continua intacta ao tempo, e apesar dos problemas dois corpos continuam sendo um.
Pois isso é amizade verdadeira, sempre se fortalecendo, na felicidade estando presente com sua alegria, na tristeza estando lá com seu apoio inabalável, ajudando a passar dos problemas juntos com muita força, e dando muito carinho com seu grande amor.
Amizade é algo inexplicável, e também muito vivenciado, onde palavras não expressam tudo que sentimos, mas se me pedissem pra resumir em uma frase, eu diria: Eu te amo muito!"


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Viva!

O Sábio e o Pássaro.


Conta-se que certa vez um jovem maldoso e inconsequente resolveu pregar uma peça em velho mestre.
- Quero ver se esse velho é realmente sábio, como dizem – pensou – Vou esconder um passarinho em minhas mãos. Depois, em presença de seus discípulos, vou perguntar-lhe se está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, eu o esmagarei e o apresentarei morto. Se ele falar que está morto eu abrirei a mão e o pássaro voará.
Realmente, uma armadilha infalível, como só a maldade e a ignorância podem conceber.
Aos olhos de quem presenciasse o encontro, qualquer que fosse a sua resposta, o sábio estaria incorrendo em erro.
E lá se foi o jovem mal-intencionado com sua armadilha perfeita.

Diante do ancião acompanhado dos aprendizes, fez a pergunta fatal:
- Mestre, este passarinho que tenho preso em minhas mãos, está vivo ou morto?
O sábio olhou bem fundo em seus olhos, como se examinasse os recônditos de sua alma, e respondeu:

- Meu filho, o destino desse pássaro está em suas mãos.


A decisão sobre o que fazer com sua vida sempre está em suas próprias mãos.